Uma voz criada por computador liga-lhe todas as semanas, ouve-a, lembra-se de tudo. Você recebe a voz dela. Ela recebe o livro dela.
Foi ele que me ensinou a andar de bicicleta, o Manuel. No caminho da Fonte Fria, com o selim a magoar-me e ele a correr atrás.
Caí três vezes. À terceira, ele riu-se, e eu também. Ricos não éramos, mas ríamo-nos muito.
O arraial era em São Mamede. Íamos a pé com a Rosalina, pela estrada da serra. Eu não tinha sapatos de festa. Ela emprestava-me os dela, que me ficavam grandes.
O Manuel estava lá, encostado ao coreto, com o cigarro. Não me olhou a noite inteira. Pensei: pior para ele.
Demonstração, voz sintética, palavras inventadas. As famílias ouvem a sua verdadeira mãe, com o acordo dela.
Foi ele que me ensinou a andar de bicicleta, o Manuel. No caminho da Fonte Fria, com o selim a magoar-me e ele a correr atrás. Caí três vezes. À terceira, ele riu-se, e eu também. Ricos não éramos, mas ríamo-nos muito.
Sempre o mesmo número, a mesma voz. Quinze a vinte minutos.
Na semana seguinte, retoma onde as duas tinham ficado.
Desde a primeira semana. Não acrescentamos nada.


Ela relê o livro inteiro, em papel, antes de si.
Em letras grandes, em casa, com um lápis. Corrige, tira o que quiser. Só depois é que o livro chega até si.
Escolhe depois da segunda chamada, nunca antes.

Pode parar quando quiser, com reembolso proporcional às chamadas que faltam. Já está na experiência? Escolha aqui.